terça-feira, 30 de agosto de 2011

SERÁ AO GOSTO DO FREGUÊS?



A vereadora Ismaelka Queiroz (PTB) - a Elka - novamente será alvo de análise por parte de seus colegas de legislativo. Elka foi julgada há cinco meses pela Comissão Especial de Investigação (nome chique heim?) e que terminou com um resultado previsível. Ou seja, terminou em nada com o rigor de coisa nenhuma. 

Ou alguém acha que aquela suspensãozinha remunerada foi algum tipo de punição? 

Será que desta vez teremos um resultado diferente do primeiro? 
O Ministério Público Estadual levantou dados que atestam irregularidades por parte da vereadora e, com portas cerradas, seus colegas terão a oportunidade de acatar ou não as denúncias feitas pelo MPE. 

Se falso testemunho, forja de documentos e má utilização de veículo público não forem consideradas 'transgressões' da Lei, então, desconheço o que possa significar tal palavra.

De pizza o povo já está cheio, senhores vereadores. Cheio!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CARTA ABERTA AOS PROFESSORES JERRY COYNE E RICHARD DAWKINS SOBRE A NATUREZA DA SELEÇÃO NATURAL





Aos professores Jerry Coyne e Richard Dawkins, 

O conceito de seleção natural, à primeira vista, parece ser um conceito bem simples de se entender e vocês dois explicaram o conceito em seus respectivos escritos. Eu tenho algumas perguntas sobre seus pontos de vista sobre a natureza da seleção natural, perguntas que eu penso não são respondidas explicitamente respondidas ou abordadas em seus vários escritos. Eu tenho quatro perguntas básicas, cada uma com o seu subconjunto de perguntas: 

1) A seleção natural é um termo prescritivo ou descritivo?

2) A seleção natural é um mecanismo?

3) A seleção natural é uma causa ou uma força?

4) A seleção natural é um processo ou um resultado? 



Pergunta 1:
PRESCRITIVO OU DESCRITIVO?
 

Vocês consideram a seleção natural como termo prescritivo pelo qual a seleção natural é uma causa ou força que “guia” a interação ou mudança de características de entidades biológicas, que “mantém” a prevalência de mutações benéficas, ou que “limita” ou “favorece” algumas variações em detrimento de outras variações, ou que “conduz” a mudança biológica em direção ao local máximo no “cenário adaptativo”. Neste ponto de vista, a seleção natural é um agente (embora impessoal e cego, como em não-direcional) que causalmente influencia a mudança biológica pela “manutenção” ou “favorecimento” ou pela “produção mais apta” de entidades biológicas, e etc. 

Vocês consideram a seleção natural como um termo descritivo que descreve o que acontece quando você tem indivíduos em uma população que tem algum tipo de variação (e.g. genética) e diferenças de aptidão e que são capazes de transmitir suas características. 

Pergunta 2:
A SELEÇÃO NATURAL É UM MECANISMO?


Professor Coyne, no seu artigo “The Improbability Pump” [A bomba da improbabilidade] (www.thenation.com) você defende o conceito de seleção natural das críticas de Fodor e Piattelli-Palmarini [F&P] ao afirmar que: 

Mas primeiro, uma vez que a seleção não é tão controversa para Dawkins embora seja tão denegrida por F&P, compete a nós entendermos o que ela é. A princípio, a seleção natural é simples. Não é nem uma “lei” nem “mecanismo”. Ela é, em vez disso, um “processo” – um processo que é inevitável se duas condições comuns forem atendidas. 

Desta afirmação eu entendo que você está dizendo que a seleção natural NÃO É um mecanismo e que É um processo. No seu livro Why Evolution Is True [Por que a evolução é verdade] página 3, você afirma: 

Em essência, a moderna teoria da evolução é fácil de se entender. Ela pode ser resumida em uma única (embora um pouco longa) sentença: A vida na Terra evoluiu gradualmente com uma espécie primitive —talvez uma molécula auto-replicante— que viveu há mais de 3.5 bilhões e anos atrás; depois ela se ramificou ao longo do tempo, lançando muitas espécies novas e diversas; e o mecanismo para a maioria (mas não todas) das mudanças evolucionárias é a seleção natural

Desta afirmação eu entendo que você está dizendo que a seleção natural É um mecanismo. Por favor, você pode definir o seu ponto de vista sobre a seleção natural, e se ela é ou não é um mecanismo. E o que exatamente você quer dizer com “mecanismo”? 

Pergunta 3: 
A SELEÇÃO NATURAL É UMA CAUSA OU UMA FORÇA?

Vocês consideram a seleção natural como algum tipo de causa ou força que causa mudança evolucionária ou desempenha um papel causal na mudança evolucionária? Os termos “causa” e “força” são usados metaforicamente? O que vocês querem dizer exatamente com o termo “causa” e “força”? 

Vocês concordam ou discordam com outros biólogos e filósofos que não consideram a seleção natural como algum tipo de força? Biólogos evolucionistas como o Professor Allen MacNeill de Ithaca, Nova York e o Professor John A. Endler não consideram a seleção natural como uma força. O Professor William B. Provine, no Departmento de Ecologia e Biologia Evolucionária, Universidade Cornell, não pensa que a seleção natural seja uma força. Ele afirma no seu livro The Origins of Theoretical Population Genetics [As origens teóricas da genética populacional], citando a Endler: 

Como John Endler argumentou eloquentemente no livro Natural Selection in The Wild [Seleção natural na natureza](1968), a seleção natural não é um mecanismo. A seleção natural não age sobre nada, nem seleciona (a favor ou contra), força, maximiza, cria, modifica, modela, opera, dirige, favorece, mantém, pressionar ou ajustar. A seleção natural não faz nada. A seleção natural como uma força natural pertence à categoria não insubstancial já habitada pelo flogisto de Becker/Stahl (Endler 1986) ou pelo “éter” de Newton. A seleção natural é o resultado necessário de causas discerníveis e frequentemente quantificáveis. 

O filósofo de ciência (biologia), Andre Ariew, e o filósofo de biologia Mohan Matthen, argumentam que a seleção natural não é uma causa. Por sua vez, James Lennox argument que Darwin era um teleologista porque Darwin considerava a seleção natural como algum tipo de força ou causa que influencia a mudança ou evolução biológicas. Andre Ariew, citando Lennox, no seu artigo “Platonic and Aristotelian Roots of Teleological Arguments in Cosmology and Biology” [Raízes platônicas e aristotélicas dos argumentos teleológicos] ele afirma: 

Como que a seleção natural é uma “força” teleológica? Eu percebo vestígios de dois tipos de teleologia operando em Darwin. A chave para se ver os dois está contido no conceito de seleção natural de Darwin que pode ser resumido assim: como resultado de indivíduos possuindo capacidades hereditárias diferentes para sobreviver e reproduzir em ambientes locais, vem uma explicação para as mudanças na composição das características das populações através do tempo. As características se tornam predominantes nas populações porque elas são úteis aos organismos na sua luta pela sobrevivência. A teleologia funcional de Aristóteles é preservada através da ideia de que a existência de um item pode ser explicado em termos de sua utilidade (Lennox 1993). O que faz uma característica ser útil é que ela fornece a certos indivíduos uma vantagem sobre os demais em sua própria luta pela sobrevivência e reprodução. Em segundo lugar, o conceito de indivíduo lutando para sobreviver e reproduzir desempenha o papel fundamental na explicação de Darwin para as origens da diversidade orgânica. O mesmo conceito nos lembra a teleologia formal de Aristóteles – a luta pela autor-preservação. 

Vocês estão cientes das abordagens diferentes para o conceito de teleologia e vocês se opõem a TODAS as abordagens?

Pergunta 4: 
A SELEÇÃO NATURAL É UM PROCESSO OU UM RESULTADO?

Alguns biólogos (vide acima) consideram a seleção natural um processo, alguns a consideram como um resultado. Quais são os seus pontos de vista e o que vocês querem dizer por “processo”? 

Se vocês responderam a qualquer uma dessas perguntas EXPLICITAMENTE na sua literatura, por favor me indique o lugar certo. Se não, poderiam ser gentis fornecer respostas apropiadas para as perguntas acimas a fim de que seus pontos de vista sobre a natureza da evolução fiquem claras. 

Muito obrigado. 

Desejo o melhor para vocês.

Assinado: Anônimo

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

MAURINO E OS BLOGUEIROS
(A SAGA CONTINUA)


Por causa de uma ordem judicial, eu e mais quatro amigos blogueiros (os palhaços da foto abaixo) teremos que tirar do ar, em breve, uma certa imagem do prefeito Maurino Magalhães que teria prejudicado o gestor.

Na imagem Maurino é comparado com o chefe da propaganda nazista, pelo simples fato de que os dois tinham uma coisa em comum: espalhavam mentiras na propaganda oficial para fazer o povo acreditar que era verdade.

As supostas obras da prefeitura (a maioria do governo federal) estão espalhadas aí pelos outdoors atrapalhando o trânsito e produzindo provas contra o próprio Maurino.



Assim que formos notificados da decisão que nos proíbe de veicular a imagem, cumpriremos à risca, como manda a lei.

Na audiência de quinta-feira (25), o prefeito Maurino esteve lá e sentou frente a frente conosco, nós os idiotas que temos coragem de criticar o homem que está entre os 300 melhores prefeitos do mundo (alguém tem um dedo para enfiar na minha goela?).

Mas sabe que eu fiquei feliz por ver o prefeito ali na audiência. Fiquei feliz pela sua saúde ter melhorado, afinal todos sabem em Marabá que quando Maurino tem que estar presente em audiências judiciais, ele acaba adoecendo.

Felizmente não foi o caso dessa vez.
De todo modo, desejo longa vida ao prefeito, para que assista de pé a nossa vitória.

AINDA SOBRE O CAPINZAL DO OMAR



Agradeço ao amigo Rildo Brasil pela charge.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O CONTO DO PAC

Antes, eu achava que o tal PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) anunciado com entusiasmo pelo ex-presidente Lula (mesmo durante período eleitoral) fosse apenas uma forma de garantir mais votos, agora, eu tenho certeza.

Em Marabá, construtoras do consórcio responsável pelas obras no Bairro Francisco Coelho, alegando que não estavam recebendo pagamento do governo federal - o “Cabelo Seco” - abandonaram de vez a construção das casas no bairro mais antigo da cidade. A revitalização do espaço era a única obra do PAC deixada pelo governo Lula por aqui.



Foto de Laércio Ribeiro

De acordo com a ONG Contas Abertas, os relatórios emitidos pelo comitê gestor do PAC (de 2007 a 2010) demonstram que dos 12.163 empreendimentos previstos, mais da metade deles sequer tiveram suas obras iniciadas, enquanto que, entre aqueles que chegaram a sair do papel, apenas 1.378 teriam sido concluídos. Esses números deixam claro que o PAC "empacou". Porém, há de se reconhecer que foi uma jogada muito bem orquestrada e que no fim das contas deu certo. A Dilma está aí pra provar.


Lula terminou o mandato por cima, fez a Dilma presidente (com "e" mesmo) e agora não é mais necessário tocar obras em qualquer lugar que seja. Pelo menos, até chegarmos às vésperas de novo pleito.

Foi-se o Lula e ficaram as perguntas: Cadê o PAC? Cadê o Fome Zero? 

O mensalão deixa pra lá, o Lula nunca soube de nada mesmo.

EM TORNO DA CAUSA GAY

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.

A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.


Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.

Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.

Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.


O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.


Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.

Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.

Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.


Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.


Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.


Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.


E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.


Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.

Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.

O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.


Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.


Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.


Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.


Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.


Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.


Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.


Artigo publicado no mês de junho, no Blog do Noblat.

O CAPINZAL DO OMAR

A  declaração do presidente do Paysandu Luiz Omar, sobre o estado do gramado do Zinho Oliveira, ficou parecendo choro de perdedor.

É claro que o gramado do velho Zinho não é bom, agora, não reconhecer que o seu time foi inferior ao Águia no último sábado (20) é tentar tirar os méritos da equipe marabaense que, diga-se de passagem, fez uma de suas melhores apresentações neste Campeonato Brasileiro, até agora. 


Engraçado que o gramado do Zinho, na Série C, é o mesmo do Campeonato Paraense. 

Se estava ruim pra um, também estava ruim para o outro.



É como diz aquele adágio: "Enquanto os cães ladram, a caravana passa!"

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O PELADEIRO E O PROFISSIONAL

MENDES - Tido como a "esperança de gols" do time aguiano para a Série C (com passagem inclusive pelo Paysandu) o badalado atacante protagonizou uma cena patética ao cobrar penalidade diante da equipe do Rio Branco (AC) em partida válida pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro - digna de entrar para o chamado "Inacreditável Futebol Clube". Pelo menos, o time de Marabá venceu o jogo por 3 a 0.

Detalhe: antes mesmo de fazer a cobrança da marca da cal, torcedores já estavam prevendo o possível erro do atacante e queriam que o mesmo não realizasse a batida: "TIRA O MENDES" - gritaram eles. 

Veja abaixo na filmagem, extraída do blog do Bira Ramos, o porquê de tanto desespero por parte dos torcedores marabaenses:


PÊNALTI "A LA MENDES"

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Errar pênalti é normal. Grandes nomes do futebol já erraram: Zico, Sócrates, Platini, Baggio e por aí vai. Agora, pegar um rebote frente a frente com o gol e chutar da forma como o Mendes fez é coisa de quem não tem muita intimidade com a gorduchinha. 


CHAGAS FILHO: Jornalista e peladeiro "fominha" nas horas vagas. Não é conhecido pelo seu futebol mas é dedicado em campo e dificilmente perde uma chance nas bolas paradas. Exagero meu? Veremos... 

Em partida realizada pelo time da Imprensa de Marabá (Imprensa Show), registrei (sem áudio) a cobrança precisa, cheia de confiança e feita diante de uma trave de pequenas dimensões.


O que faltou para o profissional atacante do Águia de Marabá, sobrou para o peladeiro Chagas Filho. Vejam a "catiguria" e a marra do garoto:



PÊNALTI "A LA CHAGAS"

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Diante dos vídeos me digam: quem é o peladeiro mesmo?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

PLEBISCITO: CURTO E GROSSO

Está conformado com a atual situação do Pará?
Se sim, vote não. 
Se não, vote sim.


Simples, né?

QUANDO O INVERNO CHEGAR...


CASO SÉRIO

Nas próximas semanas, o Sintepp-Marabá deve ingressar com um pedido de investigação no Ministério Público Federal a respeito de um contrato entre a prefeitura e uma empresa de material de informática, que deveria atuar em laboratórios de escolas da rede municipal.

Acontece que a tal empresa, ao que parece, ainda não fez nenhuma ação concreta no município. Mesmo assim já teria recebido vultosa quantia em dinheiro, algo perto de R$ 12 milhões.


Aguardemos as cenas dos próximos capítulos para ver se essa primeira versão se confirma.



DO BLOG TERRA DO NUNCA.